Texto não terminado.


Ela nunca mais seria a mesma.
Era deliciosamente intrigante ser o vício de alguém.
Seu cheiro ,seu gosto, seu riso e texturas. Vício de alguém.
Na brincadeira de pertencer perdeu a posse de seu corpo.
Em qualquer lugar a apertava contra o corpo, beliscava seus seios e atravessava os dedos entre as pernas e sussurrava em seu ouvido a vontade que tinha de bebe-la.  
Ela disfarçava e olhava para os lados sorrindo enquanto sentia o corpo inteiro contrair. 
Pela cintura a levava no ritmo da música, olhos nos olhos, ela o comeria ali. Mas não. 
No caminho de volta, mão para todo lado, boca e línguas e lábios num farol fechado.
Descem do carro em silêncio, já é madrugada, enquanto abre o portão uma encouchada. Ela suspira e tem a boca tapada. Contra parede, tensa, preocupada, lambidas dos seios mordidas na barriga e a saia levantada. 
Esfrega nariz, queixo, bochecha e testa. 

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