Eles conversavam sem parar e sobre tudo, sem freios.
As vezes no meio da fala,ela flagrava aquele olhar de admiração
Ele apertava levemente suas bochechas e lhe dava beijos gostosos
e a deixava continuar falando, riam, se beijam novamente e seguiam conversando.
Experientes, embora nunca tivessem vivido algo parecido.
Mas parecendo namoro adolescente, andavam de mãos dadas
E enquanto andavam, iam se abraçando e se beijando.
Não conseguiam evitar.
Não lhes importava o restaurante.Bastava aquela troca incessante de conhecimento mútuo
Afinidade.Não lhes interessava mais nada.
E depois de um delicioso almoço, um sorvetinho.
Continuavam andando agarradinhos entre mil beijos gelados e deliciosos.
Novamente no apartamento, ela prendia o cabelo por causa do calor
Ele chegava de mansinho e encostando-se à porta, apenas pelo ombro,Com as pernas cruzadas e um sorriso de canto de boca. Admirando-a.
Se aproximou e a abraçou por trás de modo que ficaram enquadrados pelo espelho,Ele a beijava a nuca, mordia o ombro e tirava sua roupa, enquanto se olhavam intensamente no espelho. Acariciava sua barriga, os seus seios e ao pé do ouvido, falava, como ela lhe parecia perfeita.
E entre um arrepio e outro, ela o observava.
Quanto prazer ele tinha apenas em tocar sua pele!Em sentir seu cheiro por todo o corpo.
Apesar de se conhecerem a pouco tempo, com ele, não tinha a mínima vergonha do seu corpo.
Sentia-se misteriosamente segura.
Gostava daquelas carícias, que eram simplesmente caricias,De toda aquela devoção que ele tinha em fazê-la se deleitar em carinhos, excitantes sim, mas só carinhos.
Continuaram nus pelo apartamento, tomavam suco, viam fotos.Ele lhe contava suas aventuras, ensinava palavrinhas em outros idiomas, divertindo-a.Com doçura, ela imaginava o futuro enquanto ele fazia os planos, afagando seus cabelos compridos.
Começou o pôr do sol e ela foi pra janela,
Nua.
Enquanto, na cozinha, ele fazia seu chá favorito que perfumava todos ambientes.
Ela olhava aquele céu cinza ficar roxo e amarelado no meio de tantos prédios.
Sempre achara lindo o pôr do sol, poluído, de São Paulo, e suas cores diferentes.
Estava distraída e sustentada pelos cotovelos, com bumbum arrebitado.Aproximou-se sem que ela percebesse e se ajoelhou por trás E com a pontinha da língua foi rodeando seu sexo, deixando-a excitadíssima.Com as extremidades dos dedos agradava toda a extensão das suas costas,
Causando um gostoso arrepio.
Quando começou a beijar é como se beijasse uma boca,Entre lambidas e delicadas chupadas,ela,
Conhecia sensações desconhecidas do seu corpo.
Deliciosamente, foi a primeira vez que sentia tanto prazer.
Nenhum comentário:
Postar um comentário